02 maio 2018















A distração da viagem de São Paulo a Recife, em julho de 2017, foi olhar pela janelinha.































Depois de 3 horas de vôo, cheguei a Recife!

15 abril 2018

Lucas 11: 13



08 abril 2018

A vida é assim...

Sorri a cada dia para mim, logo de manhã,
mas esconde as surpresas...

Quando o dia chega ao fim,
cansada,  às vezes ainda animada,
avalio o que vivi.


Ainda estou com crédito!



10 março 2018

Observar as estrelas, conhecer seus nomes...

Quando olho para o céu, à noite, consigo reconhecer a constelação de Órion e a do Cruzeiro do Sul, só!

E as outras?

Pretendo estudar mais as estrelas.  Acho tão lindas!

Morando em Recife (cidade tão clara à noite!) fica um pouco difícil... Mas vou tentar.

Achei algumas dicas aqui sobre o equipamento correto para uma noite de observação.

foto daqui 

31 janeiro 2018



MAR PORTUGUÊS

Fernando Pessoa




Ó mar salgado, quanto do teu sal

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!




Quantas noivas ficaram por casar

Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena.




Quem quere passar além do Bojador

Tem que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu.

05 dezembro 2017

Viver sem mãe...

Há vinte e quatro anos vivo sem mãe,
  agora não dói como no dia fatídico (5/12/1993).
Mas faz falta, muita falta!
Ainda mais que minha mãe era
  super presente, ativa e companheira!

Viver sem mãe  não é bom.

Dá pra viver sim. O chavão diz: a vida continua...

Continua, mas sem um pedaço.

Ela descansa das dores e aflições.
Não sofre mais.

Eu vivo, sobrevivo,
  olho sempre para frente,
   com otimismo a vida segue...

Tenho esperança de revê-la
  na ressurreição que a Bíblia menciona.
  (João 5: 28, 29 e I Tessalonicenses 4: 16)

Não estou só.
Muitos compartilham da mesma ausência,
  da mesma dor.

A esperança nos move.





20 setembro 2017

15 janeiro 2017

I Exposição de Ferromodelismo do Museu do Trem do Recife





       Neste pequeno recinto estava um grande painel de projeção. Parecia tão real que este menininho se recusava a deixar o recinto. Estava hipnotizado pelos trens! Saiu aos choros, tadinho...


 escafandro


  telégrafo











 Estação de Boa Viagem






I Exposição de Ferromodelismo do Museu do Trem do Recife II




















03 janeiro 2017



Estojos antigos - nostalgia

Inclusive o livro Alegria de ler - 
acho que usei este livro quando menina...

Fotos, muitas fotos no blog de Ana Caldato

25 outubro 2016

14 outubro 2016

04 outubro 2016

21 setembro 2016

04 setembro 2016

03 julho 2016















Assim nasceu o sol em junho - o bairro de Casa Forte, visto de Iputinga- Recife/PE

A cada dia a possibilidade de recomeçar!

27 maio 2016

Meu nome é Khan.

Este é o nome do filme indiano que assisti ontem. Fala sobre preconceito racial e síndrome de asperger (um tipo de autismo), dentre outras coisas.

Gostei do filme e recomendo.

links aqui e aqui.


13 maio 2016

A cor do paraíso - filme muito interessante que aborda a questão da deficiência visual na cultura iraniana, mas que também se adequa à nossa maneira de ver (e tratar) as diferenças;


04 maio 2016

Para sempre

Porque Deus permite
que as mães vão-se embora?

Mãe não tem limite, é tempo sem hora.

Luz que não apaga, quando sopra o vento e chuva desaba.

Veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento.

Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio.

Mãe, na sua graça, é eternidade.
Por que Deus se lembra - mistério profundo - de tirá-la um dia?
Fosse eu rei do mundo, baixara uma lei:

Mãe não morre nunca,
mãe ficará para sempre junto  do seu filho
e ele, velho embora, será sempre pequenino
feito grão de milho.

Carlos Drumond de Andrade

01 maio 2016

Coisas de mãe

Se os filhos estão bem alimentados
é ela que se sente satisfeita.

Se estão risonhos e felizes,
é ela que se pega sorrindo também.

Se estão  de roupinha nova,
é ela que se sente bonita.

Se eles vão bem na escola,
parece que o aproveitamento escolar é dela.

Se arranjam novos amigos,
é ela que se sente popular e querida.

Se viajam para novos lugares,
é ela que curte o passeio, mesmo ficando em casa.

A cada meta que atingem ou troféu que ganham,
é ela que curte a sensação de vitória.

Passa a olhar com simpatia
os heróis e os amores de seus filhos.

Passa a adorar cachorros
mesmo que antes só gostasse de gatos.

Desnecessário dizer o que ela sente
quando alguma coisa dá errado,
porque, por tabela,
ela sentirá em dose tripla
cada tombo,
cada perda,
cada rejeição,
cada fracasso,
cada desapontamento.

Tudo isso são... coisas de mãe.