12 novembro 2009

Excerto do poema A flor, de Afonso Lopes de Almeida


"Beleza que é só beleza

embora que nada se iguale,

é coisa fútil…

Pois, com franqueza,

ser belo de nada vale,

se não se é útil."



Leia o poema completo no blog http://peregrinacultural.wordpress.com

3 comentários:

Pedro Antônio disse...

Concordo!

KKKKKKKKKKKK!

Mas a beleza, seja ela qual for, encanta a gente! Paralisa! Brilha.

Adorei esse olho mágico!

Abração.

Pedro Antônio

Linda Sol disse...

A beleza, realmente, paralisa, mas a beleza que fica, é o conjunto...
Será que uma beleza instantânea, por si só não se esvai da memória?
Acho que quando vemos algo belo, nos detemos a olhar, será que sem interpretações...?
lindassol

Linda Sol disse...

A beleza paralisa, sim, mas gosto de contemplar e interpretar, pois um momento puxa o outro!